quinta-feira, 15 de setembro de 2011

“Conto com os senhores”, afirma Dilma a pemedebistas

A presidente Dilma Rousseff participou hoje do congresso nacional do PMDB, num gesto para fortalecer as relações com seu principal partido aliado.
Em seu discurso, Dilma agradeceu o apoio da legenda, do vice-presidente, Michel Temer, e disse que continuará contando com seu suporte para executar políticas nas áreas de educação, saúde, segurança, proteção ambiental e “gestão dos recursos públicos”.
Ontem, Dilma substituiu Pedro Novais pelo deputado federal Gastão Vieira (PMDB-MA) no comando do Ministério do Turismo, depois que o ex-ministro foi acusado de usar recursos da Câmara para pagar empregados particulares.
“Temos certeza que é hora de fazer cada vez mais e por isso eu conto com os senhores”, discursou Dilma a uma plateia formada por parlamentares, ministros, governadores e militantes do PMDB.
" Vamos ver se esse congresso ou 'aliança' fará algum bem ao nosso Brasil, porque precisa melhorar muito para alcançar outros grandes países do mundo. E tentar acabar com a corrupção. "

E.7- Taxa de homicídios em São Paulo cai 70,3% em 11 anos

O governador Geraldo Alckmin apresentou neste sábado, 29, um balanço com os números da taxa de homicídios no Estado. “São Paulo atingiu o menor índice de homicídios da história, com 10,47 mortes intencionais por 100 mil habitantes. O resultado é menos do que a metade da média nacional, que é de 24,5 para cada 100 mil habitantes”, disse o governador.
Para o governador, “os números comprovam que a política adotada pelo Estado de São Paulo de investir constantemente em Segurança Pública é o caminho para reduzir a violência”.Desde 1999, São Paulo vem reduzindo o número de homicídios dolosos. No acumulado do período, a redução já é superior a 70%. No intervalo, a taxa de homicídios dolosos caiu de 35,27 por grupo de 100 mil habitantes/ano, em 1999, para 10,47/100 mil, em 2010.
" Felizmente alguma notícia boa em São Paulo "

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Pedro Novais pede demissão do Ministério do Turismo

José Cruz/Agência Brasil O ministro do Turismo, Pedro Novais, está, neste momento, redigindo sua carta de demissão a ser apresentada à presidente Dilma Rousseff. A carta deve conter um tom de defesa veemente de sua posição e fazer referências aos incessantes ataques que o ministro tem sofrido desde que assumiu o posto, em janeiro.

O PMDB já discute, nos bastidores, um nome para substituir Novais. Apadrinhado do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), e do chamado “baixo clero” do partido na Câmara, Novais está no centro de um escândalo de desvio de dinheiro público e de irregularidades em convênios que levou à prisão, pela Polícia Federal, 36 pessoas ligadas ao seu ministério.
" Mais uma demissão no Ministério Público, onde isso vai parar? Demitir não faz diferença, sai corrupto e entra outro corrupto, é por isso que o Brasil não sai do lugar"

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Análise: Dez anos após o 11 de Setembro, quem ganhou?

Dez anos após os atentados de 11 de Setembro, os Estados Unidos ainda lutam com as consequências, enfrentando duas guerras muito caras sem perder a ilusão de ser uma superpotência inatacável.
Osama bin Laden foi finalmente morto em maio passado, mas o balanço ainda é muito pesado para a América.
Cerca de 100 mil soldados americanos ainda estão no Afeganistão; 7.500 militares americanos e soldados dos países aliados morreram nesta guerra ou no Iraque, dois conflitos financiados com créditos que fizeram explodir a dívida americana.
Bin Laden ganhou, afinal, seu combate contra a América? Os atentados do 11 de Setembro, diabolicamente simples em sua execução, puseram fim a um século de hegemonia americana?
No curto prazo, a resposta parece positiva.

No dia 10 de setembro de 2001, os Estados Unidos eram uma incontestável superpotência mundial. Suas finanças estavam em nível satisfatório, após anos de crescimento, com a presença do otimismo.
No dia 11 de Setembro, o mundo assistiu atordoado à destruição das Torres Gêmeas de Manhattan e o ataque contra o Pentágono --quatro aviões desviados por 19 homens determinados, visando quase que simultaneamente os símbolos econômico, político e militar da superpotência americana (o quarto avião, dirigido para Washington, caiu num campo da Pensilvânia).
Na noite de 11 de Setembro, cerca de 3.000 pessoas morreram, e os americanos perderam o sentimento de estar em segurança em suas fronteiras.
"Isso foi uma grande vitória para Bin Laden", considerou Julian Zelizer, professor de história política da Universidade de Princeton. "Enquanto ato terrorista, ação criminosa, foi um sucesso. Isso revelou um milhão de falhas no sistema de segurança nacional, tendo sido catastrófico para o país, tanto psicologicamente quanto em termos de custo humano".

Dez anos do 11 de setembro:





sábado, 3 de setembro de 2011

Funcionários do serviço funerário de SP suspendem a greve até 2ª feira

Funcionários do serviço funerário do município de São Paulo decidiram suspender até segunda-feira a greve que mantinham desde o dia 30. De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores na Administração Pública e Autarquias (Sindsep), apenas os sepultadores, motoristas e agentes administrativos funerários suspenderam a paralisação. Os demais trabalhadores, como os servidores da área da saúde e meio ambiente, decidiram manter a greve.
Segundo Sergio Antiqueira, diretor do Sindesp, a decisão dos servidores funerários foi tomada em razão da determinação do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) que considerou a paralisação ilegal. A Justiça exigiu na quinta-feira a volta imediata aos trabalhos, sob pena de multa diária de até R$ 60 mil.
O prefeito Gilberto Kassab disse que não negociaria com os trabalhadores em greve. Agora, com a volta ao trabalho, esperamos que ele abra a negociação”, disse Antiqueira.
"Eu acho um absurdo greves para aumentar os salários, será que eles não pensam nas familias que sofreram por não conseguiram enterrar seus familiares?"

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Heloísa Helena tem alta de hospital público de Maceió

A ex-senadora e atual vereadora de Maceió Heloísa Helena (PSOL-AL) teve alta por volta das 14h desta quinta-feira (1º) do Hospital Geral do Estado de Alagoas, onde estava internada desde terça por conta de uma queda brusca de pressão, segundo sua assessoria de imprensa.
Segundo boletim médico divulgado, ela foi liberada após avaliação da equipe de neurologia do hospital e após realizar exames de sangue e tomografia computadorizada. "A equipe médica não constatou nada que viesse a prejudicar a saúde da paciente", diz o boletim.
Conforme o hospital, Heloísa Helena deu entrada no pronto-socorro após mal estar, seguido de tontura. A equipe médica decidiu transferir ela para a Unidade de Dor Torácica (UDT), responsável pelo atendimento de pacientes com problemas no coração, "por acreditar ser importante para a saúde da vereadora para ficar em observação médica".
"Ainda bem que a Heloísa esta melhor, e ainda foi tratada na UTI e não possui convênio. Deles(políticos) os médicos respeitam e cuidam direitinho e com os outros não aceitam consultas e quase nunca estão nos hospitais."

Dilma defende verba para saúde, mas se diz contra CPMF 'como era'.

A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta quinta-feira (1º), em entrevista para emissoras de rádio de Minas Gerais, que o Brasil vai precisar de mais investimentos na área de saúde. A presidente não comentou a possibilidade de criação de um novo imposto para financiar o setor. Na última quarta, o líder do governo na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), disse que Dilma ainda não tem posição definida sobre a proposta de criação de um novo imposto, mas apontou isso como uma alternativa.
Nesta semana, a presidente afirmou que, caso o Congresso aprove mais gastos para a saúde, precisa dizer de onde sairá o dinheiro. Segundo ela, isso seria um "presente de grego"
"É bom mesmo eles aprovarem os gasto, o Brasil ja esta ruim na parte de saúde, se não aprovarem irá ficar pior que antes. E que seja bastante dinheiro pra fazer tudo sem demoras"